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Um executivo de alto escalão da Europa é apaixonado por jiu-jitsu brasileiro e quer experimentar o alpinismo, enquanto seu colega da América Latina é apaixonado por apicultura. Uma mulher da área de Vendas/Desenvolvimento de Negócios coleciona facas, enquanto outra profissional na mesma função coleciona antiguidades e costumava tocar trompete. Informações interessantes, não é mesmo?
Belatra Games e G&M News realizaram uma pesquisa internacional de 3 a 12 de agosto, com foco nos hobbies e interesses dos profissionais do setor de iGaming. No final do mês, elas divulgaram os resultados, dando uma ideia de como as pessoas que trabalham em uma das indústrias digitais que mais crescem no mundo passam seu tempo livre, quais hobbies gostam, quais atividades incomuns preferem e qual o papel que esses interesses desempenham no enfrentamento do estresse.
A pesquisa incluiu 54,3% de homens e 45,7% de mulheres, sendo que 76,3% dos entrevistados eram da Europa, 19,6% da América Latina e 4,1% da Ásia. Quase 68% pertenciam a quatro grupos: alta administração / executivos (19,8%), marketing (18,7%), vendas / desenvolvimento de negócios (15,4%) e relações públicas e comunicação (14,3%).
Os entrevistados podiam selecionar quantos hobbies atuais quisessem a partir de uma lista com mais de 60 opções. Os resultados mostram uma clara combinação de interesses digitais e offline.
Os videogames ficaram em primeiro lugar, representando 6,1% de todas as menções a passatempos. A leitura veio em seguida, com 5,6%, enquanto o treinamento de força e ir à academia representaram 5,3%. Caminhadas vieram em seguida, com 4,2%, seguidas por jogos de tabuleiro e degustação de cafés especiais, com 3,6% cada. Culinária, criação de conteúdo, dança, ioga, corrida, desenho, pilates e tênis foram escolhidos com um pouco menos de frequência.
E então vieram as surpresas. A astrologia representou 1,7% de todas as menções a hobbies — um pouco mais do que algumas atividades convencionais, incluindo pesca, snowboard, ciclismo e natação.
Alguns hobbies apareceram apenas uma vez na pesquisa. Entre eles estavam futebol americano, patinação artística, psicologia, caminhada, bordado, caça, tricô, golfe, quebra-cabeças, podcasting, streaming, airsoft, CrossFit, crochê, mountain bike e tênis de mesa. Outras respostas isoladas incluíram cerveja, confecção de joias, atuação e teatro.
As atividades físicas constituem um dos padrões mais marcantes nas respostas. Academia e musculação, caminhadas, corrida, ciclismo, natação, tênis, padel, futebol, esqui, snowboard, surfe, boxe e dança aparecem em todos os resultados. Há também um claro interesse por atividades mais aventureiras. Os entrevistados mencionaram alpinismo, mergulho, wakeboard, escalada, paraquedismo, boulder, mountain bike, equitação e esportes motorizados.
Os hobbies atuais são uma coisa. A lista de atividades que as pessoas querem experimentar no futuro conta uma história um pouco diferente.
O padel foi o líder indiscutível, aparecendo em 14,8% das respostas. O golfe veio em seguida, com 11,4%; a dança, com 9,6%; o treinamento de força/academia, com 9,1%; e a ioga, com 6,8%. Natação, esqui, surfe e equitação também estavam entre as opções mais populares.
Mas o interesse em experimentar algo novo não se limitou ao esporte. A impressão 3D foi a atividade não esportiva mais popular, representando 8% das respostas. Escrever, fotografia, criação de conteúdo e xadrez também ocuparam posições de destaque na lista, enquanto os podcasts apareceram em 4,8% das respostas.
Entre os hobbies mais notáveis que os profissionais gostariam de experimentar no futuro estão o bordado, a comédia stand-up, o adestramento de cães/cinologia e manter um diário de memórias.
E alguns entrevistados claramente têm planos ambiciosos para seu tempo livre. Um profissional de Relações Públicas e Comunicação da América Latina citou 11 hobbies que gostaria de praticar, variando de basquete e boxe a desenho, bordado, tricô e fotografia.
É aqui que a pesquisa se torna muito mais difícil de prever. Algumas das respostas mais distintas estavam ligadas a formas específicas de atividade física. Os entrevistados mencionaram dança com arnês e percussão corporal, mountain bike e esqui alpino, além de caminhadas de longa distância.
Uma profissional de Vendas/Desenvolvimento de Negócios da Europa observou que o pickleball ainda é relativamente pouco comum em sua região e que ela está se empenhando ativamente para tornar o esporte mais popular por lá. Curiosamente, suas respostas ao longo da pesquisa se inclinaram consistentemente para hobbies menos convencionais.
O colecionismo foi outro tema recorrente, mas raramente na forma mais óbvia. Um gerente de contas europeu coleciona perfumes. Um profissional latino-americano da área de Vendas/Desenvolvimento de Negócios se interessa por antiguidades. Um designer europeu coleciona cadernos de desenho de diferentes países, enquanto um profissional de marketing europeu coleciona moedas de diferentes países. E um executivo de alto escalão latino-americano tem uma coleção de memórias de Star Wars. Uma resposta particularmente incomum foi a coleção de brinquedos BDSM.
As respostas criativas foram igualmente inesperadas: artesanato reciclado e decoração de interiores "faça você mesmo", correção de cores, reconstrução histórica, tocar bateria, criação de chatbots para RPG e programação de vibrações. Outros entrevistados mencionaram observação de pássaros, Sudoku, Mafia e até mesmo cuidar de animais como hobby.
Houve também vários hobbies centrados em animais e voluntariado. Um profissional de Relações Públicas e Comunicação que trabalha na América Latina mencionou criar um porquinho-da-índia, enquanto um profissional de CRM e Retenção da Europa contou que costumava criar cobras como animais de estimação e que talvez retome esse hobby no futuro. O voluntariado em teatros foi outro passatempo incomum, mencionado por uma mulher da Europa que trabalha com marketing.
Mas a G&M e a Belatra Games foram um passo além, perguntando aos participantes sobre os hobbies mais incomuns que já praticaram.
Algumas das respostas estavam bem longe do que se esperaria de um cargo profissional. Um executivo de alto escalão da Europa disse que costumava colecionar vinhos, mas acabou doando toda a sua coleção. Uma mulher da Europa que trabalha com Vendas/Desenvolvimento de Negócios colecionava facas. Outro executivo de alto escalão europeu criou seu próprio jogo de tabuleiro, enquanto um colega da América Latina já havia se dedicado à apicultura.
Houve também algumas experiências verdadeiramente incomuns. Um homem da Europa que trabalha com mídia de iGaming já nadou com golfinhos, enquanto um profissional de Marketing da mesma região já tentou mergulhar em águas geladas. Uma mulher que trabalhava com marketing em uma empresa europeia disse que gostava de participar do Postcrossing. Outra profissional, desta vez da área de Atendimento ao Cliente, mencionou que estudava chinês no tempo livre.
As atividades radicais formaram uma categoria à parte, incluindo muay thai, jiu-jitsu brasileiro, paraquedismo, corridas, tiro ao alvo, parapente e até mesmo pilotar aviões.
Apesar da enorme variedade de respostas, os entrevistados foram notavelmente semelhantes quando questionados sobre o que seus hobbies realmente significam para eles.
A principal motivação ficou clara: 46,7% afirmaram que os hobbies os ajudam a aliviar o estresse e recarregar as energias. A atividade física veio em segundo lugar, com 34,4%, enquanto 27,8% disseram que simplesmente gostam do que fazem. ÷Para 21,1%, os hobbies proporcionam um tempo valioso para si mesmos, e 17,8% os utilizam como uma forma de se desconectar do trabalho.
Portanto, por trás das diferenças entre padel, videogames, astrologia, apicultura e coleções de Star Wars, há um traço comum: os hobbies dão às pessoas um motivo para se afastar do trabalho e dedicar tempo a algo que lhes pertence inteiramente.
As redes sociais foram a fonte mais comum de novos hobbies, representando 32,2% das respostas. Quase a mesma proporção afirmou encontrar novos interesses por acaso (31,1%), enquanto 26,7% os descobrem por meio de amigos. A família (6,7%) e os colegas de trabalho (3,3%) desempenham um papel muito menor.
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"Sabíamos desde o início que as pessoas que trabalham em um setor tão dinâmico seriam curiosas, de mente aberta e maravilhosamente diferentes umas das outras. Mas, à medida que as respostas foram chegando, ficamos genuinamente fascinados com a quantidade de personalidade e individualidade que havia por trás de cada resposta. Também recebemos muitos comentários positivos de nossos colegas do setor e gostaríamos de agradecer sinceramente a todos que participaram. É muito mais interessante descobrir a pessoa por trás do cargo profissional, pois cada um de nós é muito mais multifacetado do que a função que desempenhamos no trabalho", afirmaram os organizadores.
A pesquisa internacional realizada pela Belatra Games e pela G&M News foi o primeiro passo da provedora para dar vida ao conceito do estande do Belatra Adventure Club à vida na SBC Summit Lisbon 2026.
O conceito está intimamente ligado ao The Guy, personagem recorrente da Belatra que aparece em Blast the Bass, Ice Bass e Hunt the Bucks. Ele representa o viajante que existe em cada um de nós, sempre curioso e pronto para experimentar algo novo. Em cada jogo, The Guy adota um novo hobby e descobre outro lado de si mesmo. O quarto título com o personagem será lançado pouco antes do evento, acrescentando um novo capítulo à sua aventura.

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